O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.
Especialistas alertam que a maior transformação tributária das últimas décadas já influencia competitividade, margens, governança e estratégia empresarial
Em um setor que abre um novo negócio a cada poucos minutos, a Belasis defende que a confiança do cliente deixou de ser consequência do bom atendimento e passou a ser construída com método. Para a plataforma de gestão integrada, a forma como o salão organiza a própria operação tornou-se parte indissociável da sua reputação.
Modelos de assessoria assumem o cadastro nos tribunais, o controle de prazos e a gestão de honorários, e devolvem ao médico apenas a parte técnica do trabalho. Para o profissional, a promessa é de renda complementar sem abrir mão da rotina clínica.
Investidor da Orb.tz, Cesar Bertini diz que o problema não é a tecnologia, é como executivos brasileiros estão entrando nela. Sem indicador, com obsessão por produtividade e protótipos que não viram produto, a maioria das iniciativas perde o foco no meio do caminho.
Por anos, software empresarial tratou inteligência artificial como recurso reativo, um chatbot que espera pergunta para responder. Uma nova categoria de arquitetura, batizada pelo Gartner como Agentic AI, propõe modelo distinto: agentes autônomos que percebem o contexto da operação e executam ações sem aguardar comando humano. Para Carlos Guerra Jr., fundador da OmniAI, a virada conceitual deixou de ser laboratorial e começa a definir o que é software corporativo competitivo em 2026.
Capital parado em imóveis corporativos brasileiros vira fronteira de capitalização no middle market. Com SELIC em 14,25%, a diferença entre crédito sem garantia e crédito com garantia imobiliária pode chegar a 14 pontos percentuais. A GX Capital, boutique financeira fundada por Vinicius Teixeira, opera nessa intersecção entre câmbio estruturado e crédito corporativo.
O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.
Especialistas alertam que a maior transformação tributária das últimas décadas já influencia competitividade, margens, governança e estratégia empresarial