Mariana Volker lança nova faixa “Não Quero Te Querer” com Maria Gadú

A cantora e compositora Mariana Volker tem apresentado sua nova persona desde seu último lançamento, É Segredo. A faixa abriu os caminhos para seu novo álbum, que chega em 2026, delícia delícia. Para compor o projeto, Volker se uniu a uma das maiores referências da MPB, Maria Gadú, na nova canção: Não Quero Te Querer. A música,que relatao encontro entre duas pessoas certas em um momento errado — e a confusão de sentimentos que nasce daí; chega hoje às plataformas, dando continuidade à fase mais apaixonada, mais quente e dançante de Volker.  Ouça aqui!

Composta por Giuliano Eriston, a canção chega em tom de confissão, revelando uma paixão súbita e contraditória: o desejo intenso de viver algo que, ao mesmo tempo, se tenta evitar. Com uma batida suave e envolvente, guiada por violões e percussões, as vozes de Volker e Gadú se entrelaçam em uma dança delicada entre o querer e o não poder querer.

“Eu ouvi o Giuliano cantando a música em um show e falei: quero gravar essa música! E ele super liberou. Foi amor à primeira ouvida. Achei que tinha tudo a ver comigo, e ele confirmou, falando que harmonia, ideia, melodia eram minha cara. E eu gosto muito que essa música fala sobre esse amor que acontece, essa pessoa certa que chega pra você na hora errada. O projeto tem essa coisa da paixão avassaladora que arrebata a gente. Eu gosto muito dessa brincadeira, ‘eu te gosto muito, mas não quero te querer’, mas a pessoa já tá querendo. Então, tem essa confusão dos sentimentos. Acho muito interessante e muito gostoso também”, diz Volker.

Nesta nova fase, Mariana Volker revela um lado mais quente, apaixonado e dançante de sua trajetória. “Não Quero Te Querer” une MPB contemporânea e uma aura intimista, dialogando com referências como Kings of Convenience, Marisa Monte e Rodrigo Alarcon. Outra grande referência em sua carreira é Gadú, com quem trabalhou há 15 anos, no Prêmio Multishow, em uma homenagem ao Titãs, além de dividir um show no Palco Mundo, do Rock in Rio, homenageando Cazuza.  

“Quando começamos a produzir a música, percebemos que ela faria muito sentido sendo um dueto. E de cara veio o nome da Gadú, porque ela é uma cantora que eu admiro muito, que faz um trabalho muito lindo de composição, produção… Eu me identifico muito com o canto dela, com a pessoa que ela é. Quando falamos sobre a parceria, ela falou que se amarrava também no meu trabalho, então, foi um encontro muito legal. Quando a convidei, ela topou na hora”, completa. 

Com um timbre potente e uma voz marcante, Gadú completou o dueto perfeitamente, deixando a música ainda mais interessante. “Não foi uma faixa que cheguei com ela pronta pra Gadú só completar. Sentamos no estúdio juntas e construímos tudo. Foi uma troca muito importante, que enriqueceu muito a faixa”. 

Créditos: Maria Claria Miranda

“Quando a Mari me chamou pra gravar essa canção, eu fiquei feliz, fiquei surpresa. A gente tava fazendo as contas, sei lá, há mais de 15 anos que a gente se conhece e a gente não tinha tido oportunidade de fazer música junto. Coloquei uma canção dela numa série que eu fiz a trilha sonora, que eu gosto muito da forma que a Mari lida com a musicalidade dela. Acho que ela tem uma voz muito bonita, compõe muito bem e ela me chamou pra gravar essa canção”, diz Maria Gadú. 

A canção, produzida por Carolina Mathias, é perfeita para playlists de MPB contemporânea, nova música brasileira, brasilidades e moods românticos. “A produção da faixa, assim como todo projeto delícia delícia é da Carol, que também faz direção musical do show. Mantivemos a unidade sonora dos outros singles, como Manuella Terra, na bateria, Lucas Videla na percussão, Carol também gravou os baixos, e a própria Gadú fez os violões, o que foi muito legal”. 

A dupla se uniu em estúdio para afinar todos os detalhes do tom e referências de violões para chegar na sonoridade mais latino-americana que “Não Quero Te Querer” representa. 

“Foi tão bonito gravar, foi um momento tão interessante, a gente luta tanto pra ter espaço. E aí tava ali a Mari, eu, todo mundo, instrumentista, com a Carol produzindo, uma redoma de mulheres que arregaça a manga, vai, estuda e realiza. E eu tô muito feliz com o resultado. Ficou muito bonita. A música do Giuliano é lindíssima. E a gente fez da forma mais simples e mais íntegra possível. A gente se encontrou, se reuniu, ficou tocando violão, cantando, falando sobre a música, entendendo os lugares da gente, dentro daquela letra. Eu tô feliz demais. A música ficou bonita. Eu estou muito contente e espero que as pessoas gostem também”, completa Gadú. 

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