Deep Plane: a cirurgia que conquistou famosas e exige atenção e responsabilidade

Com o cirurgião plástico Dr. Marco Aurélio Guidugli, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica


Nos últimos anos, um termo tem ganhado espaço nas clínicas de estética e nas conversas sobre rejuvenescimento facial: o deep plane facelift. A técnica, considerada uma evolução dos lifting faciais tradicionais, já conquistou celebridades e nomes conhecidos do público, como a cantora Solange Almeida, além de atrizes e influenciadoras que buscam resultados mais naturais e duradouros.

Mas afinal, o que está por trás desse procedimento que virou tendência?
O que é o Deep Plane?

Diferente do lifting tradicional, que atua mais superficialmente na pele, o deep plane trabalha nas camadas mais profundas do rosto, reposicionando músculos e tecidos de forma integrada.

Segundo o Dr. Marco Aurélio Guidugli:
“O grande diferencial do deep plane é respeitar a anatomia do rosto. Não é apenas esticar a pele, mas reposicionar estruturas, o que traz um resultado mais natural e duradouro.”

O que é o Deep Planning?
Muito além da cirurgia em si, existe um conceito que tem sido cada vez mais valorizado: o deep planning.
Trata-se de um planejamento personalizado e detalhado, que analisa estrutura óssea, qualidade da pele, volume facial, envelhecimento individual e expectativas reais da paciente.

“Cada rosto conta uma história. O planejamento profundo é o que garante que o resultado não seja artificial ou padronizado”, explica o especialista.

Por que virou tendência entre famosas?
O principal motivo é simples: naturalidade.
Ao contrário de técnicas antigas que deixavam o rosto com aspecto artificial, o deep plane preserva expressões e mantém a identidade facial.

Além disso, oferece resultados mais duradouros, melhora do contorno facial e um rejuvenescimento global, não apenas superficial.
Mas atenção: não é uma cirurgia simples
Apesar dos benefícios, o procedimento exige alto nível técnico.

O Dr. Marco faz um alerta importante:
“O deep plane é uma cirurgia mais complexa, que atua em planos profundos e próximos de estruturas nobres, como nervos faciais. Por isso, deve ser realizada apenas por cirurgiões experientes e qualificados.”

Riscos e cuidados que precisam ser considerados
Como qualquer cirurgia, existem riscos e é essencial que a paciente esteja bem informada.

Entre eles estão possíveis lesões de nervos faciais, hematomas, infecção, assimetrias e um tempo de recuperação mais prolongado.

Além disso, o sucesso do procedimento depende de uma avaliação individualizada, indicação correta, expectativas alinhadas e um pós-operatório bem conduzido.

Para quem é indicado?
O deep plane costuma ser indicado para pacientes que já apresentam flacidez mais avançada, desejam resultados naturais e duradouros e não se satisfazem apenas com procedimentos não cirúrgicos.

Beleza com responsabilidade

Mais do que seguir uma tendência, a decisão por um procedimento como esse deve ser consciente.
“A cirurgia plástica não é sobre transformar, mas sobre respeitar a individualidade e devolver harmonia ao rosto”, finaliza o Dr. Marco Aurélio Guidugli.

Instagram: @dr.marcoaurelioguidugliSite oficial: www.marcoaurelioguidugli.com.br


Populares

Luísa Sonza lança teaser de ‘Que Loucura’; confira!

Luísa Sonza divulgou um trecho de “Que Loucura”, sua...

Luísa Sonza lança teaser de ‘Que Loucura’; confira!

Luísa Sonza divulgou um trecho de “Que Loucura”, sua...

Infraestrutura flexível para a próxima geração dos serviços financeiros

Por Elias Rogério da Silva, Vice-Presidente da Diebold Nixdorf para América Latina

Estética de alta performance: a visão de Dra. Fernanda Berlato que transforma a harmonização corporal

Com mais de 30 mil pacientes atendidos, fisioterapeuta dermatofuncional se consolida como uma das referências em Endolaser e harmonização corporal ao unir tecnologia, conhecimento internacional e uma filosofia voltada para resultados naturais e uma conexão genuína com seus pacientes.

Danieli Wegermann destaca os desafios da primeira liderança

À frente da Learnability School, especialista afirma que promover bons técnicos sem desenvolver competências de gestão aumenta os riscos para equipes e negócios