Com cruzamento eletrônico de dados, controlar CIOT, piso mínimo e documentação separadamente virou risco para embarcadores
Por anos, muitas empresas trataram as exigências da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) como uma questão burocrática, resolvida depois que a operação já havia acontecido. Esse cenário mudou. Hoje, uma operação irregular pode significar muito mais do que retrabalho no departamento fiscal ou operacional, pode representar multas, autuações, bloqueios e impacto direto na cadeia logística.
Onde a operação quebra
O problema cresce com a escala. Uma empresa que realiza dezenas ou centenas de operações por mês normalmente trata CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte), piso mínimo de frete, vale-pedágio, MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico), cadastro de transportadores, documentos, valores contratados, pagamentos e encerramento das operações como itens separados, conferidos manualmente um a um. Quanto maior a operação, maior o risco de uma falha isolada virar um problema financeiro, e a fiscalização eletrônica da ANTT reduziu drasticamente a margem para corrigir depois.
É nesse ponto que entra a TruckMe. A plataforma parte de uma premissa simples: compliance não pode ser uma conferência feita depois que o caminhão já saiu, ele precisa estar dentro da operação.
Por meio de tecnologia, a TruckMe conecta embarcadores, transportadores, agregados e terceiros, trazendo governança e automação para o processo de contratação e gestão do transporte, cobrindo contratação, validação, piso mínimo, CIOT, vale-pedágio, documentação, monitoramento, encerramento e rastreabilidade em um único fluxo.
Economia sem exposição regulatória
“Em 2026, não estar preparado para a regulamentação deixou de ser apenas um risco operacional. É um risco financeiro”, afirma Igor Freitas, CEO da TruckMe.
Existe ainda uma segunda provocação que a TruckMe leva ao mercado: contratar um frete abaixo do permitido pode parecer economia no momento da negociação, mas o próprio sistema regulatório passou a restringir esse tipo de operação. A plataforma atende integralmente às exigências da nova regulamentação e, a partir dessa base de conformidade, também busca reduzir os custos de frete, podendo chegar a até 15% de economia sem transformar eficiência operacional em exposição regulatória.
Esses benefícios serão apresentados no estande do Logística do Futuro, evento que acontecerá no Transamerica Expo, em São Paulo, dias 9 e 10 de setembro de 2026. No local, os participantes poderão ver na prática a tecnologia da TruckMe e entender como a empresa é responsável por todas as partes legais.
Fica claro, portanto, que a pergunta deixou de ser se a empresa consegue contratar um frete mais barato. A questão agora é se esse frete está dentro da lei.





