Na Flamus, a atleta compartilha o que não cabe no feed e aproxima sua comunidade dos bastidores de uma vida dedicada à aventura e à natureza
Aos 11 anos, Luiza Ferrari começou a mergulhar. Aos 16, já saltava de paraquedas. Depois vieram o mergulho livre, o montanhismo, a escalada e o base jump. Hoje, entre uma expedição e outra, milhões de pessoas acompanham uma rotina que pode começar no alto de uma montanha e terminar debaixo d’água.
A trajetória de Luiza também ajuda a contar uma mudança que acontece dentro dos esportes de aventura: mulheres estão ampliando sua presença em modalidades que, durante décadas, tiveram uma participação predominantemente masculina.
No mergulho, essa transformação já aparece nos números. Mulheres representam quase 40% das certificações recreativas da PADI no mundo. Na última década, a diferença entre homens e mulheres caiu quase cinco pontos percentuais, com mais de 250 mil mulheres adicionadas à modalidade. O movimento ganhou também uma dimensão de comunidade: criado em 2015, o Women’s Dive Day já realizou encontros em 183 países.
Em modalidades mais extremas, a diferença ainda é grande. No paraquedismo, por exemplo, mulheres representam cerca de 13% dos membros da United States Parachute Association (USPA). Ao mesmo tempo, iniciativas de mentoria e redes formadas por mulheres vêm criando novas portas de entrada para quem quer ocupar o céu também.
Luiza conhece esse universo muito antes de transformá-lo em trabalho.
Nascida em Belo Horizonte e formada em Engenharia Ambiental e Sanitária, ela passa boa parte do ano viajando pelo mundo entre expedições, esportes extremos e encontros com a vida selvagem. A natureza não aparece apenas como cenário: conservação e a relação com diferentes ecossistemas fazem parte da maneira como ela escolheu construir sua trajetória.
Nas redes sociais, essa vida chega ao público em imagens difíceis de ignorar. Saltos de aviões, balões e penhascos, mergulhos, montanhas, animais selvagens e lugares remotos transformaram Luiza em uma das Creators brasileiras que levam a aventura ao limite também na produção audiovisual.
Mas um salto que dura alguns segundos no feed começa muito antes de alguém abrir a porta do avião.
Existe preparação. Existe medo. Existem decisões que precisam ser tomadas em segundos. Existem horas de deslocamento para chegar a um lugar remoto, tentativas que não dão certo e histórias que dificilmente sobrevivem ao corte de um vídeo curto.
É justamente essa parte que Luiza começa a dividir com sua comunidade na Flamus.
“Quem vê um salto pronto vê alguns segundos, mas tem muita coisa acontecendo antes e depois daquilo. Tem preparação, medo, expectativa, imprevisto, histórias que eu nunca consegui mostrar direito. Na Flamus, quero trazer justamente esse outro lado e dividir mais da experiência com quem realmente gosta de acompanhar o que eu faço”, conta Luiza.
Na plataforma, a atleta encontrou espaço para publicar vídeos sem cortes, bastidores das viagens e das aventuras, histórias e momentos que normalmente ficam de fora das redes sociais. Se Instagram e TikTok mostram o impacto imediato de uma experiência, na Flamus a proposta é permitir que quem já acompanha Luiza consiga chegar mais perto do processo por trás dela.
A diferença parece pequena, mas muda a relação com o público.
Para uma creator com milhões de seguidores, alcance já faz parte da rotina. O desafio passa a ser outro: como reconhecer e criar espaço para as pessoas que não querem apenas assistir ao próximo vídeo, mas acompanhar a história que continua quando ele termina?
É nesse encontro entre creator e comunidade que a Flamus se posiciona. A plataforma parte da ideia de que o maior ativo de um creator não é apenas o número de pessoas que alcança, mas a comunidade que escolhe permanecer ao redor do seu trabalho. Dentro desse espaço, fãs podem acompanhar conteúdos, apoiar diretamente seus Creators favoritos e acessar uma camada da produção que não depende apenas da lógica de distribuição dos algoritmos.
No caso de Luiza, essa camada ganha um significado particular.
Mostrar uma mulher saltando de um balão, escalando uma montanha ou mergulhando em ambientes extremos já ajuda a ampliar o imaginário sobre quem pertence a esses lugares. Mostrar também o treinamento, os erros, o medo, a preparação e tudo aquilo que existe ao redor do feito extraordinário torna esse universo menos distante.
“Eu gosto de mostrar o salto, claro, mas gosto ainda mais quando alguém olha para aquilo e pensa: ‘será que eu também consigo?’. Principalmente quando são outras mulheres. Quanto mais a gente vê mulheres ocupando esses espaços, mais possível aquilo começa a parecer”, afirma Luiza.
A própria experiência de Luiza mostra que aventura e natureza nunca foram universos separados. Formada na área ambiental e trabalhando com vida selvagem, ela usa as viagens também para aproximar sua audiência de lugares, espécies e ecossistemas que poucas pessoas terão a oportunidade de conhecer pessoalmente.
Essa combinação entre aventura, conservação e produção audiovisual também chamou a atenção de marcas. Em trabalhos recentes, Luiza participou de projetos que envolveram de campanhas para Jeep a uma produção com balões de ar quente ligada a um projeto de recorde mundial. Seu domínio de fotografia e vídeo permite que experiências extremas se transformem em produções com qualidade publicitária sem perder a sensação de estar acompanhando algo que realmente aconteceu.
Talvez seja justamente essa a diferença.
Luiza não começou a saltar, mergulhar ou escalar porque havia uma câmera apontada para ela. A câmera veio depois.
Agora, na Flamus, quem já acompanhava os segundos mais impressionantes começa a conhecer também tudo o que acontece entre eles.
Sobre a Flamus
A Flamus é um ecossistema que aproxima Creators e suas comunidades. A plataforma cria um espaço para que Creators compartilhem conteúdos e experiências para além das limitações das redes sociais tradicionais, construam relações mais próximas com seu público e recebam apoio direto de quem acompanha seu trabalho. Para os fãs, é uma forma de estar mais perto dos Creators que escolheram acompanhar e fazer parte das comunidades construídas ao redor deles.





