Fabi Meire celebra novas conquistas e anuncia hits na pegada do forronejo

A dona do sucesso “Baby, Eu Te Amei” está vivendo um momento ímpar. “Estamos migrando para o sertanejo e preservando traços nordestinos do forró”, afirmou ao site

Aos poucos, Fabi Meire, uma das estrelas do arrocha, está aderindo ao forronejo. A cantora e compositora baiana, que deu os primeiros passos na carreira e mostrou grande intimidade com os microfones desde os 12 anos de idade, não esconde a alegria com os voos atuais. Um deles é o álbum “De Um Jeito Mais Que Diferente”, que inclui inéditas, autorais e até regravações de clássicos, como “Na Estante”, de Pitty, e “Saudade”, de Chrystian & Ralf.    

O outro é o single “Ex Que Presta”, que está previsto para ser lançado no dia 25 de outubro. Durante contato com a reportagem, a artista, que é exclusiva da Sua Música e uma das admiradoras do trabalho de Marília Mendonça e Simone & Simaria, disse estar na expectativa, bastante empenhada em trazer algo diferente ao mercado fonográfico. “Estamos trabalhando incansavelmente para que todo o país possa conhecer o nosso projeto”, derreteu-se.

Depois, lembrou que o seu DNA é todo musical e tudo o que sabe deve ao pai, Fábio Meire. Os dois, aliás, fizeram inúmeros shows juntos até ela receber o convite para assumir o posto de vocalista de uma banda de forró, aos 17 anos, e sair em turnê por diversas cidades do seu estado. “Fui criada em um povoado próximo a Pintadas, na Bahia, chamado José Amâncio. De lá, veio toda a minha essência e garra. Por isso, eu digo: ‘aguardem, vem muita coisa boa por aí!'”, adiantou.

*Fotos: Divulgação*

Populares

Festas juninas: um convite para mergulhar nas muitas moradas do Brasil

Janaína Marques, Coordenadora de Marketing da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, comenta como a Rede transformou a tradicional celebração junina em uma reflexão sobre cultura, identidade e acolhimento

De Motoboy a CEO de um Império de R$ 300 Milhões: Junior Duarte Acelera Expansão do Grupo Bauru para os Estados Unidos

Com 14 megalojas no Rio de Janeiro, primeira unidade internacional na Flórida e mais de 1.000 empregos gerados, o empreendedor f luminense consolida sua marca como um fenômeno do setor de food service e lança clube de mentoria para novos líderes.

Do e-commerce ao valuation: por que a marca virou o ativo que o pequeno negócio não pode mais ignorar

O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.

O mercado global de médicos influenciadores explode: e o Brasil ainda hesita.

Enquanto o mundo transforma médicos em marcas, o Brasil ainda debate se isso é sério