Janaína Marques, Coordenadora de Marketing da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, comenta como a Rede transformou a tradicional celebração junina em uma reflexão sobre cultura, identidade e acolhimento
Com 14 megalojas no Rio de Janeiro, primeira unidade internacional na Flórida e mais de 1.000 empregos gerados, o empreendedor f luminense consolida sua marca como um fenômeno do setor de food service e lança clube de mentoria para novos líderes.
O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.
Com público massivo, forte engajamento e presença crescente no entretenimento e no digital, segmento passa a atrair investimentos e ações estruturadas de branding no país.
Empresário amplia atuação entre infraestrutura, inovação e consumo recorrente, em uma trajetória que ajuda a explicar a ascensão de lideranças capazes de operar negócios conectados por escala, visão estratégica e construção de ecossistemas.
Baixa visão não corrigida e perdas auditivas leves passam despercebidas no ambiente escolar, são confundidas com desatenção e podem comprometer diretamente o desempenho das crianças.
Em sua primeira participação na competição continental, o clube articula esporte, moda e narrativa para converter visibilidade em posicionamento, engajamento e valor de marca.
Janaína Marques, Coordenadora de Marketing da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, comenta como a Rede transformou a tradicional celebração junina em uma reflexão sobre cultura, identidade e acolhimento
Com 14 megalojas no Rio de Janeiro, primeira unidade internacional na Flórida e mais de 1.000 empregos gerados, o empreendedor f luminense consolida sua marca como um fenômeno do setor de food service e lança clube de mentoria para novos líderes.
O Brasil bateu recorde de registros de marca em 2025, puxado por microempreendedores. Por trás do número, uma virada de mentalidade: a marca deixou de ser um detalhe de identidade e passou a ser um ativo que pesa no valor da empresa, e que pode ser perdido por quem demora a protegê-lo.