Engenheiros e gestores apontam que a falta de previsibilidade ainda é o principal fator que compromete prazo, custo e retorno sobre investimento em obras de média e alta complexidade no país.
A empresa têm reposicionado planejamento, execução e gestão como camadas de um único produto, em resposta à demanda de clientes por previsibilidade e retorno mensurável.
Em obras de alta complexidade, critérios como histórico de entrega, gestão de risco e governança passam a pesar mais que preço na contratação de fornecedores, em movimento que redesenha a relação entre contratante e executor.
Operações rodando em cinco, seis, dez ferramentas desconectadas geram um custo invisível que não aparece no balanço, mas aparece na margem. Nova geração de plataformas propõe arquitetura unificada como resposta.
Excesso de ferramentas desconectadas e falta de governança travam a adoção. O especialista Carlos Guerra Jr. aponta que o problema raramente é tecnologia, é arquitetura e segurança.
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Em obras de alta complexidade, critérios como histórico de entrega, gestão de risco e governança passam a pesar mais que preço na contratação de fornecedores, em movimento que redesenha a relação entre contratante e executor.
Operações rodando em cinco, seis, dez ferramentas desconectadas geram um custo invisível que não aparece no balanço, mas aparece na margem. Nova geração de plataformas propõe arquitetura unificada como resposta.
Excesso de ferramentas desconectadas e falta de governança travam a adoção. O especialista Carlos Guerra Jr. aponta que o problema raramente é tecnologia, é arquitetura e segurança.