Fabi Meire celebra novas conquistas e anuncia hits na pegada do forronejo

A dona do sucesso “Baby, Eu Te Amei” está vivendo um momento ímpar. “Estamos migrando para o sertanejo e preservando traços nordestinos do forró”, afirmou ao site

Aos poucos, Fabi Meire, uma das estrelas do arrocha, está aderindo ao forronejo. A cantora e compositora baiana, que deu os primeiros passos na carreira e mostrou grande intimidade com os microfones desde os 12 anos de idade, não esconde a alegria com os voos atuais. Um deles é o álbum “De Um Jeito Mais Que Diferente”, que inclui inéditas, autorais e até regravações de clássicos, como “Na Estante”, de Pitty, e “Saudade”, de Chrystian & Ralf.    

O outro é o single “Ex Que Presta”, que está previsto para ser lançado no dia 25 de outubro. Durante contato com a reportagem, a artista, que é exclusiva da Sua Música e uma das admiradoras do trabalho de Marília Mendonça e Simone & Simaria, disse estar na expectativa, bastante empenhada em trazer algo diferente ao mercado fonográfico. “Estamos trabalhando incansavelmente para que todo o país possa conhecer o nosso projeto”, derreteu-se.

Depois, lembrou que o seu DNA é todo musical e tudo o que sabe deve ao pai, Fábio Meire. Os dois, aliás, fizeram inúmeros shows juntos até ela receber o convite para assumir o posto de vocalista de uma banda de forró, aos 17 anos, e sair em turnê por diversas cidades do seu estado. “Fui criada em um povoado próximo a Pintadas, na Bahia, chamado José Amâncio. De lá, veio toda a minha essência e garra. Por isso, eu digo: ‘aguardem, vem muita coisa boa por aí!'”, adiantou.

*Fotos: Divulgação*

Populares

INPI bate recorde com mais de 504 mil pedidos de marca em 2025 e encontrar um nome livre vira o novo desafio do empreendedor

Com 48% dos depósitos vindos de MEIs e pequenos negócios, a proteção de marca deixou de ser pauta de grande corporação. O efeito colateral do recorde: a cada dia fica mais difícil encontrar uma denominação disponível, e quem adia o registro corre risco real.

De Itaquera ao registro de marcas: como André de Almeida transformou um problema que via nos clientes em negócio próprio

Administrador de carreira na contabilidade, ele percebeu empresas perdendo marcas por falta de registro, estudou o tema, registrou a própria marca e replicou o modelo até virar operação. Em 2026, deixou a gerência para tocar a Estartar em tempo integral.

Gestão Autônoma de Serviços: o conceito que a Belasis usa para combater a ociosidade no setor de beleza

Em um mercado que movimenta US$ 27 bilhões no Brasil, a empresa estrutura uma arquitetura nativa que unifica ERP, CRM e inteligência artificial. A tese: ociosidade e fragmentação tecnológica são os dois maiores vilões da margem dos salões.

IA no consórcio: a vantagem que se acumula até virar abismo operacional

Para Eduardo Pacheco, fundador da XCONPRO, a inteligência artificial deixou de ser pauta de inovação para virar questão operacional. A tese, apresentada por ele no São Paulo Innovation Week, ganha força em meio à expansão histórica do setor.

Brasileiro Filipe Diniz faz história e vence prêmio internacional de design óptico em Shenzhen

Diretor de design da francesa Opal é o primeiro latino-americano a conquistar o Shenzhen International Eyewear Design; peça premiada é a Demetz Suit